Streets of Rage, clássico do beat ’em up, comemora 30 anos!

Apesar de o gênero beat ‘em up ter dado uma certa sumida do radar quando os video games começaram a investir em aventuras tridimensionais, lá nos tempos dos fliperamas e consoles 16 bits ele contava com alguns dos nomes mais badalados da indústria.

Até as Tartarugas Ninjas e Simpsons, os desenhos mais populares da época, brilhavam muito nesses jogos de scroll lateral em que a ideia era gastar muitas fichas ou vidas tentando socar o seu caminho até o próximo chefão. Além da Konami, que lançou essas adaptações, outras grandes produtoras como a Capcom também descobriram o potencial do formato bem cedo, nos agraciando com clássicos como Final Fight, assim como a SEGA, outra das pioneiras do ramo.

Streets of Rage, uma das séries mais queridas dos videogames, nasceu em agosto de 1991 no Japão. Bare Knuckle, como era conhecido por lá, chegou às Américas pouco depois, em outubro, com o título que todos amamos, e desde então ela é lembrada como uma das melhores e mais icônicas séries de pancadaria já feitas.

Tudo isso graças ao seu elenco de lutadores carismáticos, desafio sob medida, boa variedade de inimigos e golpes, além de uma trilha sonora absolutamente arrebatadora feita pelo mestre Yuzo Koshiro.

Uma trilogia impecável

A grande sacada do time de desenvolvimento foi criar oito fases muito únicas e bem pensadas, além de caprichar no carisma dos heróis Adam, Axel e Blaze, sendo sempre possível curtir tudo com dois jogadores simultâneos.

Cada um dos personagens podia usar um ataque especial próprio pedindo ajuda para uma viatura da polícia, que prontamente eliminava todos os inimigos na tela, ou então pegar alguns objetos do chão e usá-los como arma. Uma verdadeira “mão na roda” para abrir caminho até Mr. X, o temível chefão final não só aqui, mas em toda a franquia.

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